Um carro a menos em direção a UFRGS

Vamos nos unir e fazer a UFRGS pedalar.
Avisar para os nossos colegas que ao ir de
bicicleta eles chegarão mais rápido que de
ônibus, economizarão, não contribuirão para
a poluição, ficarão menos sedentários
e ainda se divertirão.
Reinvindicaremos melhores e mais
estacionamentos de bicicleta. E que
os banheiros com chuveiro sejam abertos
para nós!
Participe e ajude a divulgar o uso da bicicleta!

A primeira reunião está marcada para quarta-feira,
dia 30 de abril
das 12:30 às 13:15
no anfiteatro da Matemática, prédio D.
A atividade será assistir ovídeo
"Cycling Friendly Cities", de 18min,
e depois nos conhecermos e lançar propostas.
Podemos levar alguns panfletos para colocar
nos carros do estacionamento.

visite a comunidade do orkut

*** divulgação de ciclistas alunos da nossa Universidade Federal .

Possibilidade de recursos para o Plano Cicloviário‏

No dia 17 de abril a coordenadora do Núcleo Amigos da
Terra/Brasil (com sede em Porto Alegre), Lúcia Ortiz,
esteve numa audiência com o Secretário Municipal da
Mobilidade Urbana, Luiz Afonso Senna, com o objetivo
de relatar os resultados de reunião tida com o
coordenador da Iniciativa de Energia Sustentável e
Mudanças Climáticas (SECCI, da sigla em Inglês)
do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID),
Juan Pablo Bonilla, dias antes em Miami, Estados
Unidos. Trata-se da possibilidade da Prefeitura obter
recursos para a implementação do Plano Diretor
Cicloviário de PortoAlegre.
Esses recursos são destinados à cooperação técnica
eprojetos pilotos na área de eficiência energética,
também no setor de transportes, e são de até um
milhão de dólares.
O Secretário Senna adiantou que a EPTC vai fazer o
encaminhamento necessário para buscar este recurso.
“O BID é extremamente ágil, competente e, se tem esta
possibilidade nós temos que ir atrás,” disse.
Atualmente, o plano cicloviário de Porto Alegre está
em fase de finalização. Prevê a execução dos primeiros
18 km, com orçamento de R$ 100 mil/km. Parte do
valor, e inclusive a construção de novos trechos, dentro
de uma rede prevista com 400 km, deve provir da
contrapartida de compensação ambiental ou mitigação
por parte de empresas e empreendimentos novos que
tenham impacto sobre as vias decirculação. A Prefeitura
também já encaminhou parte do projeto ao fundo do
Banco Mundial, mas aguarda resposta há dois anos.

*mais informações e texto original em natbrasil.org.br


Resta saber, agora, se o Plano Diretor Cicloviário
de Porto
Alegre ainda é prioridade para a atual
gestão da pasta de
mobilidade. Já com dois anos
de atraso, nem sinal daqueles
50km anunciados
em 2006 (que já reduziram pra 18km).



***texto Cristiano Hickel